HOMEM É PICADO POR CASCAVEL EM CARDOSO

02/05/2018 14:18 Região
Vítima foi transferida para a Santa Casa de Votuporanga
Vítima foi transferida para a Santa Casa de Votuporanga

O ataque foi em um dos pés. A vítima passou pelo pronto socorro local. Ele estava com fortes dores, o pé estava inchado e os efeitos do veneno se espalhavam pela perna.

O homem foi transferido pelo SAMU para a Santa Casa de Votuporanga, onde recebeu soro antiofídico e permanece internado.

CURIOSIDADES

Você alguma vez na vida se deparou com uma cascavel balançando o seu chocalho e pronta para dar o bote? Se isso não aconteceu, você é uma pessoa de sorte. Essa serpente peçonhenta dos gêneros Crotalus e Sistrurus existe em todo o continente americano, sendo bastante comum no Brasil.

Em nosso país, essa grande cobra (no caso a espécie Crotalus durissus) está em segundo lugar no ranking das mais venenosas — a primeira é a coral-verdadeira. Porém, a sua abrangência está mais concentrada no sudoeste dos Estados Unidos e norte do México, segundo um artigo de Jessie Szalay, do Live Science.

É claro que, quando se fala de cascavel, logo nos lembramos daquele barulhinho pavoroso que ela faz com o chocalho na ponta de sua cauda. Esse som emitido por ela é um sinal de alerta altamente eficaz que sinaliza para os inimigos se manterem bem longe e evitarem confrontos, incluindo humanos.

Esse guizo é formado a partir das trocas de pele do réptil. Por alguma razão, as cascavéis não saem completamente de sua pele antiga, e parte dela fica enrolada no final de seu rabo, formando vários anéis. Com o tempo, essa formação ressecada forma os guizos que são ativados quando a cobra vibra a cauda.

É bastante comum pessoas relacionarem o número de anéis como identificação da idade da cascavel. Porém, essa forma é equivocada, pois elas são capazes de trocar de pele de duas a quatro vezes por ano, variando muito de animal para animal. Além disso, as serpentes mais velhas podem perder alguns anéis com o tempo.

Além do chocalho, as cascavéis também são conhecidas por um tipo de chiado que emitem, que também serve como sinal de alerta. De acordo com o que a especialista Sara Viernum falou ao Live Science, esse processo do chiado ocorre quando uma cobra expele o ar da glote com força no interior da garganta.

"Isso faz com que as estruturas dentro da glote vibrem, criando o som de assobio”, disse Sara, que afirmou ainda que o pulmão funcional da cobra tem grande capacidade e que quando ela sibila, o seu corpo pode inflar ou desinflar, evidenciando assim mais um comportamento de alerta contra predadores.

Uma característica bastante marcante do corpo da cascavel é a sua grande cabeça triangular. Em se tratando de tamanho, o animal pode ter até 1,8 metro de comprimento, alcançando no máximo dois metros, dependendo da espécie — a maior é a cascavel-diamante-oriental, que vive na América do Norte e pode pesar até 4,5 quilos.

As cascavéis, em geral, são bastante corpulentas, tendo a pele estriada em uma variedade de cores e padrões. A maioria é padronizada com losangos ou hexágonos escuros, que são sobrepostos em um fundo mais claro.

Uma função importante da pele é a sensação de mudanças na temperatura do ar, que podem orientar as cobras em direção a locais mais quentes para se abrigar. Todas as cobras são animais ectotérmicos, ou seja, para manter uma temperatura corporal estável, elas trocam calor com o ambiente externo.

A pele das cascavéis também serve como camuflagem. Como podemos observar, essas cobras geralmente não têm cores brilhantes e marcantes, como vermelho, amarelo, verde em tom vivo ou azul. A maioria delas têm tons terrosos, que são capazes de se assemelhar com o ambiente em que vivem, confundindo presas e predadores.

Fonte: Votuporanga tudo

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