Brasil

Auxílio Emergencial chega a 80% dos domicílios mais pobres do país

O Governo Federal deve investir cerca de R$ 200 bilhões até o fim do Auxílio Emergencial. - Foto: Mauro Vieira O Governo Federal deve investir cerca de R$ 200 bilhões até o fim do Auxílio Emergencial. - Foto: Mauro Vieira

Os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19, divulgados na quinta-feira (23), revelam que o Auxílio Emergencial chegou a 80,1% dos domicílios mais pobres e a 85,2% daqueles com renda domiciliar per capita de até R$ 242,15.

Considerando todas as faixas, o valor médio do benefício do Governo Federal por residência foi de R$ 881.

Os impactos da transferência de recursos atingiram metade da população brasileira (49,5%), cerca de 104,5 milhões de pessoas.

Os números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) são referentes ao mês de junho.

"Os resultados mostram que o Auxílio Emergencial atinge o objetivo de chegar aos mais pobres do País. Sem ele, essas pessoas não teriam condições de sobreviver durante a pandemia.

Isso revela o compromisso do Governo Federal em cuidar da população mais vulnerável", afirmou o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni.

Os dados atualizados de junho revelam um crescimento de 3,1 milhões de lares beneficiados pelos programas do Governo Federal para combater os impactos da pandemia no Brasil.

Passou de 26,3 milhões de domicílios em maio para cerca de 29,4 milhões no último mês, o que corresponde a 43% do total de 68,3 milhões de residências no País.

O Governo Federal deve investir cerca de R$ 200 bilhões até o fim do Auxílio Emergencial. A transferência de recursos, conforme mostram os dados da Pnad Covid-19, está concentrada nas faixas de renda mais baixas.

Do total gasto até junho, 40% foi parar nas contas dos 20% mais pobres da população. Se aumentarmos o espectro da faixa de renda, metade do valor pago converge para os 30% mais necessitados do país.

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